sábado, 6 de junho de 2009

Um Mundo sem tecnologias? É possível?

Todos os dias perguntamo-nos como seria um mundo sem tecnologias. Se seria muito diferente? Conseguiriamos aguentar?
A verdade é que não seria assim tão diferente ter um mundo com tão poucas tecnologias, seria como viver na Idade Média se calhar um pouco depois.
Foi na nossa geração que a maioria das tecnologias apareceram por isso somos todos nós muito ligados a elas e alguns são tão ligados que acabam por ficar depententes.
A resposta á questão é sim, nós conseguiriamos aguentar viver num mundo que não esteja coberto de tecnologias, ganhariamos novos interesses, como por exemplo, fazer caminhadas, apanhar ar fresco em vez de ficarmos fechados em casa.
Se não concordam ou acham que não são capazes façam um teste. Experimentem estar uma semana sem estarem em contacto com qualquer tipo de tecnologias, como se tivem de castigo. E assim verão se ficam desesperados ou se não vos causa grande diferença.

Afinal porque desenvolvemos nós a tecnologia?

Através dos tempos, o ser humano vem desenvolvendo a tecnologia para facilitar sua vida. Desde os mais remotos tempos, vê-se que a busca dessa comodidade impulsionou a espécie humana para desvendar a natureza, as suas leis,o desenvolver de mecanismos, criar métodos, equipamentos, convenções, tudo voltado a trazer-lhe o conforto. É evidente que o salto tecnológico foi acompanhado, primeiramente do choque causado na população, seguida pela adaptação à nova invenção, descoberta ou aperfeiçoamento, passando pela acomodação ao novo recurso, culminando na substituição dessa inovação por outra mais elaborada e que veio superar novas necessidades humanas, reiniciando todo esse processo.
E com o passar do tempo a humanidade percebeu seu avanço tecnológico, seja através de grandes conquistas que serviram para a evolução, caso típico das tecnologias na área da saúde, seja também através da destruição originada, por exemplo, pelos equipamentos de guerra.

No entanto, apesar de toda a conquista tecnológica que culminou no mundo que vivemos hoje, sentimos que o ser humano continua insatisfeito. A angústia, o medo, a incerteza assolam as esperanças da humanidade em si própria e parece que toda conquista material não é capaz de resolver essa insatisfação. Isso ocorre, porque a humanidade ainda não descobriu o que fazer com todos esses inventos, oriundos de sua capacidade criadora. Claro está que o ser humano continua a procurar desenvolver mais a tecnologia, sem no entanto atribuir a essa conquista algo efetivo que possa auxiliar todos os seres humanos e trazer-lhe, de maneira global, aquele conforto que poderia ser fornecido pelo avanço da tecnologia.

Um conselho

Com este trabalho eu aprendi muito sobre a tecnologia. Esta está por todo o lado e já nem reparamos pois é algo que usamos com imensa naturalidade. A tecnologia é muito útil, mas muitas vezes usamo-la de forma excessiva e esta acaba por prejudicar o meio ambiente.
Com os artigos publicados por mim e pelas minhas colegas de grupo soube de coisas que nem fazia ideia! Aconselho todas as pessoas, de todas as idades, que gostem de aprender a visitarem o nosso site. Vão aperceber-se de toda a tecnologia, que está em todo o lado, utilizamo-la todos os dias, mas há percauções que não devemos deixar de tomar. aprendam, divirtam-se e passem a mensagem! Publicarei todas as novidades para que não deixem escapar nada sobre este enorme e fantástico universo da tecnologia.

Querias um destes?

Em 1973, a Motorola exibiu um protótipo do primeiro telefone portátil do mundo. O aparelho, que media mais de 30 centímetros, pesava quase 1 quilo e custava cerca de 4 mil dólares, começou a ser vendido a partir de 1983. Conhecido como Motorola DynaTAC 8000X, a sua bateria permitia uma hora de conversação e a memória armazenava 30 números de telefone. Podia não ser exatamente bonito, mas permitia comunicação móvel – pelo menos para quem conseguisse carregá-lo.
Peso Pesado Nokia Mobira Senator (1982) Mais parecia um som 3 em 1 do que um telefone móvel propriamente dito. Robusto e quadradão, foi o primeiro telemóvel da Nokia (hoje, a líder deste segmento). Introduzido no mercado em 1982, o Nokia Mobira Senator era designado para o uso em automóveis. Afinal, quem iria querer andar a pé carregando um telefone de 9,5 quilos?
Nem sabemos a sorte que temos! Hoje em dia eles cabem no bolso.

Não é um exagero?

Sabias que em Portugal, a taxa de penetração dos telemóveis já ultrapassou os 100%? Ou seja, existem mais equipamentos que habitantes portugueses.
Devido a estes números, os operadores tentam fidelizar os seus clientes através de novos serviços, sobretudo de comunicação de dados, com destaque para o acesso móvel à Internet através de tecnologias de terceira geração (ex: UMTS). Não é um exagero? A maior parte das pessoas tem mais que um telemóvel, ou porque têm um novo e não querem deixar o antigo, ou porque querem ter um de cada rede, ou muitas delas apenas porque os amigos também têm. Não há como explicar o excesso de telemóveis existente entre a população Portuguesa.

O telemóvel mais caro do mundo

Quem diria! Há quem quem diga que a crise é para todos mas a verdade é que ( e não sabemos porquê) um milionário russo comprou o telemóvel mais caro do mundo: um modelo feito de ouro e coberto de diamantes da companhia suíça GoldVish. Ele pagou US$ 1,2 milhões. Nunca ninguém tinha gasto tanto dinheiro num telemóvel claro que vai constar no Giness.

E agora se isto começa a ser moda? Vamos à falência!!

Lá bonito ele è.
Com este trabalho, percebi que o mundo das consolas não para… Olhando para as primeiras consolas, percebe-se que eram de utilização básica, tal como os seus jogos eram pouco complexos, o que permite ver que a evolução é enorme, uma vez que nos dias de hoje, uma consola não serve só para jogar, mas é usada para diversas funções de entretenimento, como ouvir música ver filmes!
Para além disto, podemos ver que estes objectos de entretenimento têm tendência a tornarem-se mais potentes e cada vez mais compactos!
Observando o progresso das consolas, podemos concluir que as possibilidades neste mundo são infinitas, onde, no futuro, se pode esperar grandes inovações a cada esquina!